Cris Mello
Ola pessoal, hoje estou aqui pra dividir com vocês um texto que me chamou muito a atenção, talvez muitos já o conhece e com certeza gostariam de rele-lo.As vezes pensamos ser mais espertos, tudo bem que vivemos em um mundo onde a competitividade aumenta cada vez mais , sendo assim, precisamos nos defender, mas isso não significa que devemos aproveitar de outras pessoas de forma desonrosa para tirar vantagens.
O que devemos entender é que somos responsáveis pelos nossos próprios atos. Diz uma amiga minha que tudo que falamos poderá ser usado contra nós.
Então caros amigos, vamos pensar mais antes de falar, Deus deu uma boca e dois ouvidos, será que ainda não entendemos que é pra ouvirmos mais do que falarmos?
vamos ao texto
Inocente ou culpado?
Conta uma lenda que, na Idade Media, um homem muito religioso foi injustamente acusado de ter assassinado uma mulher. Na verdade, o autor do crime era uma pessoa influente no reino e, por isso, desde o primeiro momento procurou um bode expiatório para acobertar o verdadeiro assassino.
O homem injustamente acusado de ter cometido o assassinato foi levado a julgamento. Ele sabia que tudo iria ser feito para condená-lo e queria ter poucas chances de sair vivo das falsas acusações. A forca o esperava!
O juiz, que também estava conluiado para levar o pobre homem à morte, simulou um julgamento justo, fazendo uma proposta ao acusado para que provasse sua inocência.
Disse o desonesto juiz: _ Como o senhor, sou um homem profundamente religioso. Por isso vou deixar sua sorte nas mãos de Deus. Vou escrever em um papel a palavra INOCENTE e em outro a palavra CULPADO. Você deverá pegar apenas um dos papeis. Aquele que você escolher será o seu veredicto.
Sem que o acusado percebesse, o inescrupuloso juiz escreveu nos dois papeis a palavra CULPADO, fazendo, assim, com que não houvesse alternativa para o homem. O juiz, então, colocou os papeis em uma mesa e mandou o acusado escolher um. O homem, pressentindo o embuste, fingiu se concentrar por alguns segundos a fim de fazer uma escolha certa. Aproximou-se confiante da mesa, pegou um dos papeis e rapidamente colocou-o na boca e o engoliu. Os presentes reagiram surpresos e indignados com tal atitude.
O homem, mais uma vez demonstrando confiança disse: _ Agora basta olhar o papel que se encontra sobre a mesa e saberemos que engoli aquele em que estava escrito o contrario.
Desejo a todos vocês um ótimo dia!
Cris Mello
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